Amsterdã

Fiz um mochilão de 27 dias pela Europa, e foi maravilhoso!

Meu roteiro foi:

Amsterdã, Bruxelas, Florença, Pisa, Roma, Cinque Terre, Veneza, Paris e Barcelona.

Vou separar por cidades e por último falarei como organizei um mochilão.
Eu havia voltado de um intercâmbio de 2 anos, muitos planos mudaram, então Deus me deu esse presente incrível!

Amsterdã não estava no plano inicial, mas quando fomos comprar as passagens para Florença havia uma escala na cidade, já que voamos de KLM. Com isso resolvemos pesquisar se mudaria o preço caso estendêssemos a estadia e para nossa surpresa a diferença era mínima. Então, decidimos fazer uma escala de 4 dias em Amsterdã.

Depois de ler em alguns blogs de viagem que Bruxelas é super perto de Amsterdã e que valia a pena passar um dia lá, também não pensamos duas vezes e adicionamos a cidade ao circuito.

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O Amsterdam Airport Schiphol é enorme e bem organizado, por isso optamos por ir de trem até o hostel.

Compramos os tickets dos trens nos guichês e já pedimos uma ajudinha ao atendente que nos explicou qual trem deveríamos pegar e em qual estação descer.

Há opção de se comprar nas máquinas também, mas o pagamento é feito em moedas ou cartão, dica valiosa, guarde as moedas, muitas máquinas de transporte público na Europa só aceitam moedas.

A estação principal de trem, Amsterdam Centraal, ficava há poucos metros do nosso Hostel (Meeting Point), quando saímos da estação foi um choque, que cidade linda, tão charmosa e diferente, já ficamos apaixonadas!
Ver o canal, bicicletas estacionadas ao redor, construções antigas e um clima de final de primavera, bem gelada por sinal, me deixou anestesiada por alguns minutos, como se tudo aquilo não fosse real.

Amsterdã está definitivamente na minha lista de lugares que valem mais do que uma visita.

Onde ficar:

Nos hospedamos no Hostel Meeting Point. Escolhemos esse hostel pois o preço era acessível e muitos hostels já estavam esgotados, mas não sei se indico ou não! haha

A localização é perfeita, perto de tudo! Há poucas ruas da Red Light, 500 metros da estação de trem e diversos de bares e restaurantes ao redor, mas o hostel em si não é nada bonito ou confortável, a limpeza também era um tanto quanto duvidosa.haha

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Vista do quarto.
Não tem elevador, logo se sua mala for muito grande e pesada, você terá um problema.
Ficamos em dois quartos diferentes e ambos os banheiros eram compartilhados com todo o andar. Nas duas primeiras noites dividimos o quarto com mais 5 pessoas, a vista era linda para um dos canais, havia grandes armários que acomodavam nossas mochilas sem qualquer problema.
Durante nossa estadia fomos à Bruxelas por uma noite (leia aqui), portanto, quando voltamos para Amsterdã tivemos que trocar de quarto, o único quarto disponível era um com 18 pessoas, SIM, 18.
Vocês podem imaginar o que significa 18 pessoas num mesmo quarto? Bagunça, nossos companheiros de quarto estava literalmente fazendo uma festa no corredor. Não foi fácil dormir cedo, já que manhã seguinte tínhamos nosso voo para Florença.
Caso você queria economiza muito ou não ligar para muitas coisas, o Meeting Point é uma boa opção.

No quarto com 8 pessoas, pagamos 22 euros por noite (pessoa), já no de 18 o preço caiu para 18 euros.

Transporte:

Fizemos tudo a pé, só utilizamos o transporte público duas vezes, a primeira do aeroporto até a cidade, e a segunda foi do terminal de ônibus até o centro.

Amsterdã é uma cidade plana, então a melhor forma de aproveitá-la é caminhando. Mas pra quem quiser utilizar transporte público, esse blog explica como comprar os tickets e como funcionam as linhas.

O que fazer:

No primeiro dia resolvemos andar um pouco pela cidade e reconhecer a área e foi impossível não se encantar por cada ruazinha e claro os canais de Amsterdã.

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Fomos durante o verão, o que é ótimo, pois os dias são mais longos, em Amsterdã só escurecia por volta das 10 horas da noite. Ficávamos até confusas, pois havia sempre aquela sensação de que ainda era cedo.

Ficamos por volta de 2 dias na cidade, o que aviso desde já que não é o suficiente, acho que pelo menos 4 dias seria o ideal para realmente conhecer a cidade e visitar todos os lugares legais.

Não conseguimos visitar dois lugares que queríamos muito, o Museu do Van Gogh e Vondelpark.

Cruzeiro pelos Canais e Heineken Experience

Após uma breve caminhada pela cidade resolvemos utilizar nossos ingressos para fazer um Cruzeiro pelos Canais e o Heineken Experience.

Compramos nossos tickets no Brasil pelo Ticket Bar, nele é possível comprar combos de passeios e economizar tempo e dinheiro.

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O cruzeiro pelos canais é incrível, dura em torno de 1 hora e há áudios tour em diversas línguas, o que ajuda a conhecer um pouco mais sobre a história da cidade.

Pagamos 26 euros pelos dois passeios, economizamos 2 euros, não foi muito, mas qualquer economia é válida num mochilão.
Eu nunca tinha visitado uma fábrica de cerveja e achei sensacional. Durante a visita eles explicam o processo de fabricação da cerveja, a historia da marca, e claro, há degustações da cerveja!

Ao final do tour, cada ingresso da direito a 2 cervejas, que são retiradas no bar da fábrica. O ambiente é super legal e tem música.

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Anne Frank Huis

Visitar a casa da Anne Frank está na lista dos passeios obrigatórios em Amsterdã!

É impossível não se emocionar ao visitar o esconderijo dentro da casa.Pra quem não conhece a historia da Anne Frank, vale a pena googlar para entender melhor, mais para frente farei um post mais detalhado de cada passeio.

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Todos os ingressos online estavam esgotados meses antes, então o jeito foi acordar super cedo e encarar a fila, chegamos 1 hora antes do museu abrir, então a fila estava pequena. Portanto, a dica é, tentar comprar online meses antes, pois o museu é um dos mais visitado de Amsterdã e sempre tem filas quilométricas.Red Light District

Termine um dos dias na Red Light, pois as vitrines só são abertas no período noturno, tente ir quando começar a escurecer, pois é mais seguro.Não sei como explicar a Red light district, é preciso ver para entender algo tão diferente e inusitado.

O distrito da luz vermelha de Amstedã é famoso por suas vitrines de mulheres em trajes mínimos (trabalho legalizado no país) e casas de shows voltadas para o público adulto, mas ainda sim é possível encontrar todos os tipos de pessoas na rua, desde jovens, casais e idosos, afinal Red light District é um ponto turístico.
Não é permitido fotografar as vitrines, então siga a regra, caso não queira ter qualquer tipo de problema e ver seu celular voar para dentro do canal!

Bloemenmarkt

Bloemenmarkt é um mercado de flores, mas não qualquer mercado, é o maior mercado de flores flutuante do mundo.
Fundado em 1862, o mercado fica no centro de Amsterdam e é encantador, lá é possível encontrar todos os tipos e cores de tulipas, que são flores típicas da Holanda.
O mercado funciona de segunda a sábado, fique atento ao horário, pois ele fecha às 19:30.

Dam Square

A Dam Square está localizada no centro histórico de Amsterdã e é a principal praça da cidade.

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Ao redor da praça estão localizadas diversas atrações como o Royal Palace, que a antiga residência da família real holandesa e até hoje é utilizado pela família, também localizado ao redor da praça está o National Monument, um obelisco construído em homenagem a Segunda Guerra Mundial.

I Amsterdam

Todo mundo que vai a Amsterdã quer tirar foto na placa mais famosa da cidade. A missão mais difícil é conseguir tirar uma sem 400 pessoas que você nunca viu na vida!haha

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Localizada em Museumplein (Praça dos Museus), durante o verão as pessoas aproveitam para relaxar e aproveitar os dias de sol, mas também há dois famosos museus lá, o Rijksmuseum e o Van Gogh Museum.

Onde comer:

Confesso que esquecemos de seguir as dicas de lugares se comer em Amsterdã, mas descobrimos novos lugares sem querer.

Crepes & waffles

Desde o primeiro dia ficamos namorando a doceria Crepes & waffles, ela fica na rua do Hostel, mas nunca dava tempo de ir, por fim, no último dia reservamos um tempinho para ir comer um crepe e tomar um chocolate quente.

O crepe de nutella com morango é maravilhoso, com o chocolate quente então, fica uma combinação perfeita para o clima frio de Amsterdã.

Ellis Gourmet Burger

Descobrimos a hamburgueria Ellis Gourmet Burger no primeiro dia enquanto caminhávamos pela cidade e procurávamos um lugar para almoçar. Posso dizer que foi uma agradável surpresa comer ali.

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O restaurante fica em frente a um dos canais, por isso há mesas na calçada, como o dia estava gelado, mas o sol estava uma delícia, resolvemos comer ao ar livre.

Depois descobrimos que há vários Ellis Burger na Europa, então vale a dica pra quem quer comer um bom hambúrguer.

Cup a la Cake

No dia que fomos visitar a casa da Anne Frank, saímos do hostel muito cedo, mas estávamos famintas e todos os lugares no caminho estavam fechados, então resolvemos que uma ficaria na fila e as outras duas sairia pra procurar um lugar, por sorte achamos o Cup a la Cake.

O lugar é uma graça e eu juro que nunca comi uma baguete com manteiga e queijo tão boa na minha vida.

Pra quem gosta de doce, há diversas opções de bolos, cake pops e cup cakes.

Wok to Walk

Wok to Walk é um famoso fast food de comida Tailandesa, bem gostoso, barato e bem servido.

Seguindo a linha fast food, a comida é boa, mas não maravilhosa. É possível comer no local, que esta sempre cheio, ou pedir na caixinha para sair comendo.

Mas o mais legal do Wok to Walk é que você escolhe tudo o que vai no seu prato.

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Amsterdã é uma cidade incrível, que vai muito além da Red Light District e coffeeshops, como em toda a Europa, a cidade é cheia de histórias e pontos turísticos imperdíveis. Mais pra frente vou fazer um post mais detalhado de cada ponto turístico.
Na minha opinião a cidade merece 4 dias para ser visitada com calma.

 

Bruxelas

Fizemos uma passagem muito rápida por Bruxelas, como disse no post anterior sobre Amsterdam.
Ficamos na cidade menos de 2 dias, portanto, tivemos que escolher o que realmente queríamos ver.

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Como ir de Amsterdam para Bruxelas:

A Holanda faz fronteira com a Bélgica, ambos os países são pequenos, tornando o trajeto mais rápido e fácil.
Apesar da curta distância, há diversas opções de transporte entre os países, então você pode ir de trem, carro, avião ou ônibus.
Escolhemos utilizar o ônibus, pois era a opção mais barata. Fomos de Megabus, uma empresa que eu já conhecia e sempre utilizava nos Estados Unidos.
A viagem dura em torno de 3 horas e tem wifi, pagamos por em torno de 28 euros cada, ida e volta.
Em Bruxelas, a parada do ônibus é no centro da cidade, já em Amsterdã fica um pouco mais afasta, na estação P+R Zeeburg I (bondes elétricos – trams).

Bruxelas é uma cidade encantadora, cidade do chocolate, cerveja e estórias em quadrinhos.

Onde ficar:

Nos hospedamos no Brxxl 5, e após duas noites no hostel de Amsterdam (leia mais aqui), o Brxxl  parecia um hotel 5 estrelas.
Não dividimos o quarto e nem o banheiro, apesar de termos reservado um quarto compartilhado, demos sorte e nos colocaram em um só nosso.
Tudo era bem limpo, as camas confortáveis, televisão e o banheiro era muito bom também.
A localização é boa, fica perto da Boulevard Maurice Lemonnier, onde é possível encontrar cafés, mercados e lojas.
Pagamos 73 euros pelo quarto (para 3 pessoas, por noite), fizemos a reserva pelo Expedia. Que é uma boa opção pra quem quer pagar em real e usando o cartão de crédito.

O que fazer:

Não tínhamos muito tempo na cidade, separamos o que queríamos ver, mas ficamos bem relaxadas em relação ao roteiro, aproveitamos para andar tranquilamente pela cidade, se perder bastante e andar mais do que deveríamos! hahah

Do hostel, era possível ir a pé para quase todos os lugares, possibilitando aproveitar mais o local, paramos em mercados e quase enlouquecemos com os preços dos chocolates e cervejas.
Fica a dica, durante as viagens não perca a oportunidade de entrar em mercados, são bem diferentes dos nossos, sempre faço isso, acho que ajuda um pouco a entrar na cultura local.

Grand Place (Grote Markt)

Nossa primeira parada foi o Grand Place (Grote Markt), o ponto principal de Bruxelas, com sua arquitetura do século XVI e início do século XVII.
Desde de 1998 é Patrimônio Mundial da UNESCO, sendo considerada uma das praças mais bonita do mundo.

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Durante o bombardeio francês em 1695 boa parte dos monumentos foram destruídos e reconstruídos anos mais tarde.
A arquitetura é imponente e cheia de detalhes, apesar de ser uma praça, não há fontes ou plantas, mas sim grandes construções formando um quadrado,  tornando o Grand Place tão especial.

Manneken-Pis

Após aproveitar a Grand Place, seguidos para o Manneken-Pis, símbolo da história da cidade.
Manneken-Pis é uma mini estátua (58 centímetros de altura)  de um garotinho fazendo xixi, sim, isso mesmo.

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Feita em 1619 pelo artista François Duquesnoy, diversas lendas cercam Manneken-Pis. A mais famosa é que um pequeno menino apagou um incêndio na cidade com seu xixi, se tornando um herói.

Galerie Royales Saint-Hubert 

Próxima à Grand Place, a Galeria Hubert encanta por seu teto de vidro, que mais parece uma obra de arte.

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A galeria impressiona por suas vitrines, onde os chocolates são expostos como joias e claro que os preços acompanham o estilo das vitrines, mas vale a visita, mesmo que saia sem chocolates.

Palácio Real de Bruxelas

Construído em 1820, o palácio foi construído para ser residência oficial dos reis, mas atualmente e usado como escritório.

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Dica: Durante os meses de Julho a Setembro fica aberto à visitação gratuita.

O Parque de Bruxelas

Em frente ao Palácio Real, fica o Parque de Bruxelas, o maior parque público da Bélgica.
O parque é encantador, apesar do tempo nublado, continuava encantador.

Aproveite para caminhar tranquilamente pelo local, se quiser, fazer um piquenique e tirar lindas fotos.

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Jardin du Mont des Arts

No centro da cidade, próximo à estação central (Gare Centrale), fica o Jardin du Mont des Arts.
O jardim é belíssimo e dizem que tem uma vista linda da cidade, pena que no dia que fomos ia ocorrer um show na cidade, então havia um grande palco montado impedindo a visão.

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Onde comer:

L´Entree des Artistes

Fomos a esse restaurante por indicação de uma amiga, e apesar do preço, não me arrependo de ter seguido a dica.
L´Entree des Artistes está localizado em uma região com diversos restaurantes e quase em frente a Église Notre-Dame du Sablon.
O dia estava agradável para sentar nas mesas da calçada e apreciar uma boa comida e o ritmo da cidade.

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Pedimos Carbonnades à la Flamande, que é carne flambada na cerveja com batatas fritas, um dos prato típico da Bélgica. E claro, pedimos uma cerveja belga para completar o momento.

A conta saiu em torno de 17 euros para cada.


Maison Antoine

Distante do centro da cidade, o Maison Antoine é um dos lugares mais tradicionais e menos turístico para se comer batata-frita no cone.
A batata é maravilhosa e a maionese também, é nítido que o lugar é mais frequentado por locais, o que torna a experiência ainda mais legal.
Aconselho que utilize o ônibus ou taxi para ir até lá, fomos andando e não indico para ninguém fazer o mesmo. rs
O cone grande custava 3 euros e mais 1 euro pela maionese.

Haagen Dazs

Logo na entrada da Galerie Royales Saint-Hubert, fica a Haagen Dazs.
Há algumas regras para se sentar, é obrigatório pedir uma das sobremesas mais elaboradas e mais caras, é claro.
O mais engraçado é que todas as cadeiras ficam viradas para a rua, como se fossemos uma plateia.
Pedidos crepe com 2 bolas de sorvete, saiu em torno de 19 euros.

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Essas são as minhas dicas de Bruxelas, obviamente tem muito mais coisas para se fazer na cidade, pena que não ficamos tempo o suficiente para conhecer tudo.

Próximo post, vou falar sobre minha passagem de 10 dias pela Itália.
Quem quiser ler sobre Amsterdã, só clicar aqui.
Espero que vocês tenham gostado!
Beijos

Aloha… Kauai!

Leia ao som de Jack Johnson – I Got You

Fiquei apenas 2 dias e meio, o que foi pouco para a ilha.

Kauai é uma mistura de verde e azul, floresta com mar, algo tão diferente, que se torna difícil de explicar.
Conhecida como The Garden Island  (A Ilha dos Jardins), Kauai á realmente um grande jardim, com tantos tons diferentes de verde que a pantone ficaria com inveja.
A ilha tem boa infra estrutura de estrada e comércio, belíssimas praias e cachoeiras, mas não tivemos sorte, fomos a ilha dias depois de uma tempestade e fecharam quase todas as cachoeiras por segurança, mas para os mais aventureiros, a ilha oferece trilhas incríveis.

Kauai já foi cenário de vários filmes, como Jurrassic Park, King Kong, Piratas do Caribe, entre outros, o que faz todo sentido pela paisagem de tirar o fôlego.

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Antes de visitar Kauai, li um post de um blog que dizia “…NADA te prepara para as belezas do Kauai, e só ao vivo você entende isso. Porque a ilha é toda superlativa e ninguém consegue definir a espetacularidade da ilha em palavras à altura do que ela merece, simplesmente porque não há palavras no dicionário para tal.“, tenho que dizer, nada te prepara mesmo!

Onde nos hospedamos:

Alugamos um quarto com cozinha no Airbnb, a localização era boa, ficamos em Anahola e não temos do que reclamar.
O legal do Airnbn é o sensação de viver como um nativo.

Transporte:

Quando chegamos em Kauai, alugamos um carro, é impossível aproveitar a ilha sem carro. Pagamos por volta de $136 por 3 dias pela Advantage.

O que fazer:

Sobrevoo de Helicóptero

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Nosso primeiro passeio em Kauai foi nada menos do que um sobrevoo de helicóptero pela ilha. Fiquei tão feliz, pois nunca havia voado de helicóptero e a vista, a vista era realmente um momento a parte.

O cartão postal de Kauai é Na Pali Coast, mas essa maravilha da natureza não é de fácil acesso, portanto, há 3 formas de se ver Na Pali Coast: Passeio de barco, Trilha ou Helicóptero (nossa escolha).

Apesar de ser mais caro, o passeio de helicóptero vale cada cents investidos, somente de cima é possível ter uma noção de quão incrível é a ilha e claro Na Pali Coast.
Escolhemos a Safari para fazer o sobrevoo que dura 60 minutos, todos os funcionários eram muito atenciosos.

O sobrevoo saiu em torno de 180 dólares (por pessoa).

Do alto se tem uma visão panorâmica da Manawaiopuna Falls Kaua (Cachoeira do Jurrassic Park), todas as empresas oferecem um passeio com parada na cachoeira, mas optamos apenas pelo sobrevoo.
Claro que não poderia faltar o  Waimea Canyon, considerado o Grand Canyon do Pacífico, não tão imponente como o Grand Canyon do Arizona, mas ainda sim indescritível ter tal visão no meio do pacifico.

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Pôr do sol em Polihale State Park.

Não havia melhor maneira de terminar o dia que assistindo o pôr do sol em Polihale State Park.
O parque não é de fácil acesso, é preciso ter carro, mas antes é melhor verificar se a locadora permite que você vá de carro até lá, já que não há asfalto.
Nós não sabíamos dessa regra, mas não tivemos problemas na devolução do carro.

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A dica é: Leve uma canga, água e algo para comer.  Sente e aprecie o momento.
Quando o sol se pôr, a escuridão toma conta do local, não há nada lá além de um camping, no entanto, não vá embora, espere até que as estrelas apareçam, te prometo que talvez você nunca tenha visto tal espetáculo, tantas estrelas e um céu tão iluminado.

Kalalau Trail

Durma cedo e guarde suas energias para fazer a Kalalau Trail que é a principal trilha ao norte para acessar Na Pali Coast. A trilha completa tem 18km e vai de Ke’e Beach até Kalalau Beach.
Fizemos a trilha apenas até Hanakapiai beach, que dá em torno de 3km (6km ida e volta), mas ainda sim cansativa, pois há vários obstáculos no caminho.

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A visão da trilha é maravilhosa e você fará muitos amigos pelo caminho.
Quando voltar para Ke’e Beach, aproveite para descansar na praia, ela é a praia mais bonita do norte da ilha.

Queen’s Bath

Não tivemos sorte no dia, pois o mar estava muito agitado e não é recomendado se aventurar em dias assim. Mas quando a mare estiver calma, é uma ótima opção de piscina natural.

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Fern Grotto

No último dias, não tínhamos muitas horas em Kauai, então resolvemos visitar o Monte Waialeale, considerado um dos pontos mais úmidos do planeta, mas não nos atentamos a gasolina do carro, quando começamos a subir a estrada notamos que não seria possível. rs

Tudo bem, já que na estrada passamos pelos canyons, agora com uma vista terrena.
Após abastecer o carro, resolvemos visitar Fern Grotto, uma gruta coberta por samambaias, tão charmosa e diferente.

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Para chegar lá, escolhemos o Smiths Fern Grotto Wailua River Cruis. Não lembro quanto pagamos, mas é divertido o passeio pelo Rio Wailua, o único rio navegável da ilha, não posso deixar de citar os músicos e dançarinos a bordo, que fazem uma demonstração da cultura local.

Há muitas outras atividades para fazer em Kauai, é de fato uma ilha incrível, mas que também exige mais tempo para ser bem visitada.

Leia também  minha visita à ilha de Oahu.

Aloha… Oahu!!

Leia ao som de Jack Johnson – I Got You

Eu não sei bem por onde começar o texto, pois a viagem ao Hawaii foi incrível. Por isso, já aviso que o texto será longo. Lá, com toda certeza, foi um dos lugares que mais amei em visitar. Sabe aquele lugar que você pensa: “moraria aqui pra sempre”?, então, foi essa sensação que tive a viagem inteira. Por que? O Hawaii é uma mistura de Estados Unidos com Fernando de Noronha, um lugar onde estão localizadas as praias mais bonitas do mundo, sem perder a facilidade da vida americana, portanto é possível encontrar todos os mercados, lojas de departamento e fasts-food.

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Sunset Beach

Vamos falar sobre Oahu, uma das ilhas mais badaladas do Hawaii, sua capital, Honolulu, está recheada de bares, restaurantes, lojas de luxo e, claro, a ilha recebe um dos campeonatos de surf mais conhecido do mundo em North Shore.
Chegamos em Honolulu logo após um Tropical Storm, o dia estava chuvoso, mas no dia seguinte Deus nos presenteou com uma semana de céu lindo.
Nos alugamos um carro com o Luiz, um brasileiro super simpático que mora há 
anos em Honolulu.

Lembrando que é imprescindível ter um carro no Hawaii, uma vez que as melhores praias são afastas e se torna mais fácil pra conhecer bem a ilha.


Onde ficar:

A Juliana e eu nos hospedamos no THE BEACH waikiki boutique hostel. O hostel era bom para quem só precisa de um local pra dormir e um dos pontos positivos é uma boa localização, sendo possível ir a pé para os bares e lojas da região. Logo na esquina tinha uma ABC Store, uma loja de conveniência, que está espalhada por toda a ilha.

No nosso hostel tinha um café da manhã  bem simples com leite, café, cereal, pão e alguns muffins. Já o Wii-fi só funcionava na recepção ou áreas de convivência, um ponto negativo. As outras duas meninas ficaram no Waikiki Beachside Hostel, ele ficava na esquina do nosso e elas gostaram de lá.

Onde comer:

Conhecer restaurantes e locais pra comer não foi o nosso foco, mas conhecemos dois locais bacanas, que comento abaixo.

Vale ressaltar que as praias dos Estados Unidos não possuem estrutura como as do Brasil, cheias de quiosques e vendedores. Elas são sempre mais tranquilas, sem pontos de venda ou consumo, e no Hawaii então, são sempre afastadas de tudo.

Giovanni’s Shrimp Truck

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A minha primeira dica é o Giovanni’s Shrimp Truck, um tradicional truck que fica na beira da estrada em Kahuku, numa região famosa pela pesca e produção de camarão.

O local está sempre lotado, mas vale a espera na fila. Os pratos sempre vem acompanhados com arroz e você pode escolher entre o camarão ao molho de limão e manteiga (minha escolha), alho, simples ou picante. Os pratos custam em torno de 13 dólares e são bem servidos para uma pessoa. No mesmo espaço há um trailer que vende Smoothie, que não lembro o nome, mas pedi um Pina Colada Smoothie, nunca tomei um smoothie tão gostoso na minha vida.

Crispy Grindz

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Minha segunda dica é pra quem já esta com saudades do Brasil, em frente a Pipeline há um trailer de comidinhas brasileiras, o Crispy Grindz.

Foi um dos momentos mais felizes da viagem, afinal, estávamos há mais de 1 ano sem comer coxinha, pastel e açaí.

O que fazer:

O ideal, no Hawaii, é ir parando nas praias e nos mirantes, curtindo a paisagem na estrada e escutando Jack Jonshon (tão clichê), mas é sem dúvida indescritível. Nós montamos um cronograma com alguns passeios agendados, organizados por praias entre East Shore, North Shore e South Shore.

Abaixo vou colocar as praias que estavam no nosso roteiro, não fomos em todas, mas paramos em outras, infelizmente não consigo lembrar todas os lugares que paramos.

East Shore

Makapu’u Beach
Waimanalo Beach
Kailua Beach/ Lanikai Beach

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Kailua Beach

South Shore

Sandy Beach
Waikiki Beach

Hanauma Bay

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Não existe praia mais bonita que a Hanauma Bay, na minha opinião.
Uma cratera vulcânica que virou praia, fica em uma área de preservação marinha e um excelente lugar pra praticar snorkel, alugando os equipamentos na praia.

Por ser uma área de preservação é obrigatório para uma taxa de entrada de 7.50 dólares e assistir um vídeo educacional explicando os cuidados a serem tomados com os corais e falando sobre a reserva.

North Shore 

Turtle Bay
Sunset Beach
Waimea Bay
Pipeline
Shark’s Cove

As praias mais baladas ficam em North Shore, conhecida como a meca dos surfistas.

Diamond Head

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É um daqueles lugares que você tem que ir e deixar o sedentarismo de lado. Diamond Head é uma cratera de um vulcão já extinto, e pode ser visto de Waikiki e vice e versa.
Fomos para o Diamond Head de carro, o acesso é pelo Diamond Head State Park, e a entrada custa 5 dólares por carro.
A dica é levar água e ir ao banheiro antes de enfrentar a trilha que dura em torno de 2 horas (ida e volta), aproximadamente 1.4 km. Prepare-se psicologicamente e fisicamente pois as subidas são íngremes, com muitos degraus. Quase no final da trilha tem uma escada que dá vontade de desistir, mas no final a vista paga qualquer sofrimento.

Luau

 

Nossa escolha foi o Paradise Cove e pagamos em torno de 80 dólares (o pacote com traslado). Os shows acontecem ao ar livre e pé na areia, com direito a pôr-do-sol.

Não imaginei aquele luau de filmes americanos, ele é bem diferente na vida real e muito divertido e interessante. O luau é um show da cultura polinésia com musicas e  danças típicas, onde eles oferecem um jantar com algumas comidas tradicionais.

Na chegada ao luau você ganha um colar típico havaiano (flores, conchas ou sementes, dependendo do pacote comprado $).

Salto de Paraquedas

Sempre tive vontade de pular de paraquedas, mas nunca imaginei que isso aconteceria no Hawaii. Depois de pesquisar em vários blogs e sites, e encontrar uma companheira super corajosa, resolvemos que íamos pular e nada mudaria nossa decisão.
Que bom que nada mudou, por que sem sombra de duvidas foi a melhor experiência da minha vida.

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Escolhemos a empresa Pacific Skydiving e fizemos o salto Regular Tandem (8,000 a 10,000 FT)
Pagamos  139 dólares pelo salto + 170 dólares pelas fotos e vídeo.

Garanto que vale cada centavo investido. Quando pulei e vi aquela vista, juro por Deus que nem gritar eu conseguia, era algo surreal.

Nadar com os Golfinhos em alto mar

Vou explicar esse passeio, eu adoro golfinhos, mas eu não aguento olhar eles em cativeiros fazendo algo que não é da natureza deles, já fui ao Sea World com a minha Host Family, mas ainda sim acho desumano fazer esse tipo de atividade com animais selvagens.

Não me julguem, é apenas minha opinião sobre o assunto, tambem não julgo que fez. Vamos lá, pesquisei e descobri que existe a opção de nadar com golfinhos selvagens em alto mar, livres e em seu habitat  natural, a Dolphin Excursion, tem boas avaliações em diversas redes socais e a maioria descreve como uma experiência única. 

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Antes mesmo de ver o golfinhos eu já estava totalmente apaixonada pelo passeio, fazer snorkel em alto mar é totalmente diferente de se fazer na em locais mais rasos e corais mais altos, me senti dentro de um aquário sem fim, peixes de todos os tipos e cores nadando ao meu redor.

Mas vamos a parte mais importante, depois de um tempo dentro da água comecei a escutar uns barulhos, como se fossem zumbidos muitos altos, quando olhei para baixo havia um grupo de golfinhos logo embaixo, eram por volta de 30 e alguns filhotes. Achei que aquilo era um sonho.
Esse passeio custou 60 dólares por pessoa com direito a lanchinho.

Chega, o texto ficou gigantesco, mas precisava compartilhar cada detalhe.

Tem outro texto no blog sobre  Kauai, a ilha mágica do Havaí.

 

 

 

A adorável Boston

Ao longo dos meus dois anos como Au Pair fiz muitas viagens aos finais de semana, e Boston foi uma delas, já que fica relativamente perto de New York e é possível ir de ônibus, trem ou avião.

Fui durante o inverno e posso dizer que a cidade é gelada e venta muito, o que torna o frio quase uma tortura. Problemas climáticos à parte, Boston é uma cidade encantadora, com a arquitetura influenciada pelo período colonial britânico, com aquele ar aconchegante.

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Minhas amigas e eu nos hospedamos no HI Boston, provavelmente foi o melhor hostel que já me hospedei, café da manhã excelente, o quarto e o banheiro eram limpos e organizados, a staff era muito simpática e prestativa.

O hostel era bem localizado, perto do Boston Common Park e onde começa a Freedom Trail (vou falar sobre ela daqui a pouco), como fomos de ônibus, descemos na South Station Bus Terminal, fomos andando até o hostel.

Chegamos cedo, então deixamos nossas mochilas nos lockers (tipo guarda volume), acho que pagamos 5 dólares por locker, mas cabia mais de uma.

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O Boston Common Park é o parque público mais antigo do continente americano e fica no coração da cidade, mais parece um ponto de encontro, onde há pessoas fazendo ginástica, dançando ou apenas conversando, como vários grupos de adolescentes.

É no Boston Common Park que está localizado o prédio do governo de Massachusetts, o State House, um prédio com uma cúpula dourada e impossível de passar desapercebido.

A Freedom Trail começa ali e percorre 16 pontos turísticos da história da revolução americana e quase todos os pontos importantes da cidade estão inclusos nestes, o trajeto é todo feito a pé, sempre seguindo uma linha vermelha no chão, com cerca de  4.5 km, que se faz em torno de 4 horas. Vale a pena pegar um guia turístico com mapa e explicação sobre cada ponto.

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Freedom Trail

Não deixem de visitar Granary Burying Ground, um cemitério fundado em 1660, onde grandes nomes da história do pais estão enterrados, como Benjamin Franklin, Paul Revere, John Hancock, Samuel Adams, James Otis, John Adams, entre outros.

Quando estiver perto da Faneuil Hall e quiser fazer uma pausa, vá ao Quincy Market, que além de ser um edifício histórico também é um mercado, onde se encontra variados tipos de comidas e lanches, provavelmente você ficará confuso sobre o que escolher. Agora se você também não resiste a um bom doce, o Mike’s Pastry (300 Hanover St) deve ser uma parada obrigatória para comer um doce tradicionalmente italiano. O local é fácil de identificar, pelas enormes e bagunçadas filas.

Quase no final da Freedom Trail fica o USS Constitution, o navio mais antigo dos Estados Unidos, provavelmente terá uma fila para passar pela segurança, mas é um passeio divertido.

Separe metade de um dia ou um dia inteiro para visitar a Harvard e a MIT, apesar de ficarem em Cambridge, são de fácil acesso pelo metrô de Boston. Para ir a Harvard, basta descer na estação Harvard Square e para MIT na estação Kendall/MIT. Há visitas monitoradas, mas é preciso agendar horário, infelizmente eu esqueci, então visitei somente os arredores e as partes públicas das universidades, o que já vale a visita, você se sente literalmente dentro de um filme americano.

Fotos:

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Uma visita ao Obama

Mais uma vez o blog esta desatualizado, tenho um sério problema com continuidade!

Meu post de hoje vou falar sobre Washington D.C., onde fica a casinha do Obama e como ir para lá saindo de NYC, afinal Washington é relativamente perto, aproximadamente 4h30.

Capitol

Lendo blog e conversando com a minha host family descobri que eu tinha 4 opções: avião, carro, trem ou ônibus.

Fui só com uma amiga, logo não compensava ir de carro, então fui pesquisar a opção do trem e do ônibus. Se você quiser ir de trem, no site da Amtrak a round trip de trem fica em torno de 120 dólares, mas como toda au poor, estava pensando a opção mais barata, e sem sombra de dúvidas era o ônibus, eu paguei 60 dólares ida e volta.

Eu fui de Megabus e voltei de Washny no entanto o ônibus tem seus contras, e minha viagem de ida durou aproximadamente 7h, tente imaginar 7h dentro de um ônibus.

Optei por ir de madrugada, e realmente foi uma boa escolha porque aproveitamos o tempo, mas nunca faça como eu, nunca vá até o ponto de ônibus a pé de madrugada. Nunca achei que ficaria assustada aqui, o ponto da Megabus fica na 34th St com a 11th Ave, esta parte é pouco movimentada, e de madrugada não tem ninguém na rua, portanto, pegue um taxi, vale mais a pena.
Depois de uma viagem longa de ônibus chegamos em Washington D.C., aleluia!!!

Eu fiquei encantada com Washington, a cidade é bem organizada e quase todos os pontos turísticos ficam no National Mall. Vá com um bom calçado, pois o lugar é imenso.

Obviamente não consegui visitar tudo em D.C., há muitos museus por lá e todos são gratuitos.

Quando chegar na Union Station, a primeira parada obrigatória é o United States Capitol, que chama a atenção por sua arquitetura e você pode fazer um tour pelo edifício. Dizem que é lindo por dentro, mas a fila estava gigantesca e tive que abrir mão.

United StatesCapitol

De qualquer lugar do National Mall você pode ver a Washington Monument e no dia que eu fui estava acontecendo a World Pillow Fight Day (Dia Mundial da Guerra de Travesseiro), uma pena não ter levado um travesseiro, era muito engraçado.

Visitei dois museus e amei. Sem sombra de dúvidas o que mais me marcou foi  The United States Holocaust Memorial Museum, uma pena ser proibido tirar fotos dentro dele.

O outro museu foi o Smithsonian’s National Museum of Natural History, que é realmente divertido. A parte que mais gostei foi a estufa das borboletas, custa 6 dólares para entrar e ficar quanto tempo quiser lá dentro, há diversos tipos de borboletas e algumas são tão amigáveis que pousam nas pessoas. Eu tinha trauma de borboleta, sei que isso é ridiculo, mas superei! hahaha

Smithsonian’s National Museum of Natural History

Dois lugares legais de se conhecer são os Memorias de Lincoln e Jefferson, não tem muito o que fazer por lá, mas são lindíssimos de se olhar e de tirar foto. O Thomas Jefferson Memorial fica às margens da lagoa de Tidal Bassin, que nesta época do ano está na temporada das Cherry Blossons (árvores de cerejeira), o que deixa o local encantador.

Memoriais

Obviamente ninguém vai ao Washington D.C. e não passa pra dar um oizinho para nosso querido Obama, com tantas pessoas e policias ao redor é difícil não identificar a Casa Branca. Na parte frontal da casa há muitos turistas, por isso minha amiga que mora em Washington deu a dica que o melhor lugar é a parte de trás, onde há menos turistas e aparentemente mais perto da rua.

Casa Branca

Bom, esse foi meu final de semana extremamente corrido e louco em Washington D.C.!!
Minha dica final é de que sempre vale a pena viajar, e para que seja uma boa experiência basta ir de coração limpo e aberto para dar risada de qualquer coisa errada que ocorrer no meio do caminho!