Bruxelas

Fizemos uma passagem muito rápida por Bruxelas, como disse no post anterior sobre Amsterdam.
Ficamos na cidade menos de 2 dias, portanto, tivemos que escolher o que realmente queríamos ver.

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Como ir de Amsterdam para Bruxelas:

A Holanda faz fronteira com a Bélgica, ambos os países são pequenos, tornando o trajeto mais rápido e fácil.
Apesar da curta distância, há diversas opções de transporte entre os países, então você pode ir de trem, carro, avião ou ônibus.
Escolhemos utilizar o ônibus, pois era a opção mais barata. Fomos de Megabus, uma empresa que eu já conhecia e sempre utilizava nos Estados Unidos.
A viagem dura em torno de 3 horas e tem wifi, pagamos por em torno de 28 euros cada, ida e volta.
Em Bruxelas, a parada do ônibus é no centro da cidade, já em Amsterdã fica um pouco mais afasta, na estação P+R Zeeburg I (bondes elétricos – trams).

Bruxelas é uma cidade encantadora, cidade do chocolate, cerveja e estórias em quadrinhos.

Onde ficar:

Nos hospedamos no Brxxl 5, e após duas noites no hostel de Amsterdam (leia mais aqui), o Brxxl  parecia um hotel 5 estrelas.
Não dividimos o quarto e nem o banheiro, apesar de termos reservado um quarto compartilhado, demos sorte e nos colocaram em um só nosso.
Tudo era bem limpo, as camas confortáveis, televisão e o banheiro era muito bom também.
A localização é boa, fica perto da Boulevard Maurice Lemonnier, onde é possível encontrar cafés, mercados e lojas.
Pagamos 73 euros pelo quarto (para 3 pessoas, por noite), fizemos a reserva pelo Expedia. Que é uma boa opção pra quem quer pagar em real e usando o cartão de crédito.

O que fazer:

Não tínhamos muito tempo na cidade, separamos o que queríamos ver, mas ficamos bem relaxadas em relação ao roteiro, aproveitamos para andar tranquilamente pela cidade, se perder bastante e andar mais do que deveríamos! hahah

Do hostel, era possível ir a pé para quase todos os lugares, possibilitando aproveitar mais o local, paramos em mercados e quase enlouquecemos com os preços dos chocolates e cervejas.
Fica a dica, durante as viagens não perca a oportunidade de entrar em mercados, são bem diferentes dos nossos, sempre faço isso, acho que ajuda um pouco a entrar na cultura local.

Grand Place (Grote Markt)

Nossa primeira parada foi o Grand Place (Grote Markt), o ponto principal de Bruxelas, com sua arquitetura do século XVI e início do século XVII.
Desde de 1998 é Patrimônio Mundial da UNESCO, sendo considerada uma das praças mais bonita do mundo.

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Durante o bombardeio francês em 1695 boa parte dos monumentos foram destruídos e reconstruídos anos mais tarde.
A arquitetura é imponente e cheia de detalhes, apesar de ser uma praça, não há fontes ou plantas, mas sim grandes construções formando um quadrado,  tornando o Grand Place tão especial.

Manneken-Pis

Após aproveitar a Grand Place, seguidos para o Manneken-Pis, símbolo da história da cidade.
Manneken-Pis é uma mini estátua (58 centímetros de altura)  de um garotinho fazendo xixi, sim, isso mesmo.

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Feita em 1619 pelo artista François Duquesnoy, diversas lendas cercam Manneken-Pis. A mais famosa é que um pequeno menino apagou um incêndio na cidade com seu xixi, se tornando um herói.

Galerie Royales Saint-Hubert 

Próxima à Grand Place, a Galeria Hubert encanta por seu teto de vidro, que mais parece uma obra de arte.

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A galeria impressiona por suas vitrines, onde os chocolates são expostos como joias e claro que os preços acompanham o estilo das vitrines, mas vale a visita, mesmo que saia sem chocolates.

Palácio Real de Bruxelas

Construído em 1820, o palácio foi construído para ser residência oficial dos reis, mas atualmente e usado como escritório.

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Dica: Durante os meses de Julho a Setembro fica aberto à visitação gratuita.

O Parque de Bruxelas

Em frente ao Palácio Real, fica o Parque de Bruxelas, o maior parque público da Bélgica.
O parque é encantador, apesar do tempo nublado, continuava encantador.

Aproveite para caminhar tranquilamente pelo local, se quiser, fazer um piquenique e tirar lindas fotos.

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Jardin du Mont des Arts

No centro da cidade, próximo à estação central (Gare Centrale), fica o Jardin du Mont des Arts.
O jardim é belíssimo e dizem que tem uma vista linda da cidade, pena que no dia que fomos ia ocorrer um show na cidade, então havia um grande palco montado impedindo a visão.

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Onde comer:

L´Entree des Artistes

Fomos a esse restaurante por indicação de uma amiga, e apesar do preço, não me arrependo de ter seguido a dica.
L´Entree des Artistes está localizado em uma região com diversos restaurantes e quase em frente a Église Notre-Dame du Sablon.
O dia estava agradável para sentar nas mesas da calçada e apreciar uma boa comida e o ritmo da cidade.

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Pedimos Carbonnades à la Flamande, que é carne flambada na cerveja com batatas fritas, um dos prato típico da Bélgica. E claro, pedimos uma cerveja belga para completar o momento.

A conta saiu em torno de 17 euros para cada.


Maison Antoine

Distante do centro da cidade, o Maison Antoine é um dos lugares mais tradicionais e menos turístico para se comer batata-frita no cone.
A batata é maravilhosa e a maionese também, é nítido que o lugar é mais frequentado por locais, o que torna a experiência ainda mais legal.
Aconselho que utilize o ônibus ou taxi para ir até lá, fomos andando e não indico para ninguém fazer o mesmo. rs
O cone grande custava 3 euros e mais 1 euro pela maionese.

Haagen Dazs

Logo na entrada da Galerie Royales Saint-Hubert, fica a Haagen Dazs.
Há algumas regras para se sentar, é obrigatório pedir uma das sobremesas mais elaboradas e mais caras, é claro.
O mais engraçado é que todas as cadeiras ficam viradas para a rua, como se fossemos uma plateia.
Pedidos crepe com 2 bolas de sorvete, saiu em torno de 19 euros.

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Essas são as minhas dicas de Bruxelas, obviamente tem muito mais coisas para se fazer na cidade, pena que não ficamos tempo o suficiente para conhecer tudo.

Próximo post, vou falar sobre minha passagem de 10 dias pela Itália.
Quem quiser ler sobre Amsterdã, só clicar aqui.
Espero que vocês tenham gostado!
Beijos